Tarde do dia 15 de dezembro. Fim de ano em São Paulo. Trânsito, céu ameaçando chuva, correria. Nada disso impediu que mais de cem pessoas - a maioria mulheres - se vestissem de branco e rumassem para o Jockey Club para participar do Aurora Day. Não dava pra perder. Tratava-se do evento que as diretoras da Aurora, Dani Monteiro, Jamile Davies e Tati Mandelli organizaram com todo o carinho para receber os colaboradores da plataforma, amigos, clientes e quem mais viesse.
E de fato, foi especial. Começando pelo espaço: um salão com uma varanda linda que dava para a pista de corrida do Jockey e o céu ao fundo. Estandes com bolsas e sacolas produzidas por artesãos do Instituto Tidelli alegravam o ambiente, ao lado dos produtos de bem-estar da Inspires e da deliciosa tapioca Tia Sônia.

Ivone Sousa, colaboradora da Aurora observa o céu durante o evento (Foto: Everton Barros)
O clima era de alegria e leveza. Quando as conversas começaram, isso só aumentou. Jamile Davies subiu ao palco e chamou a amiga Fafá Zaidan, palestrante e colaboradora da Aurora. Sempre bem-humorada, ela disse que estava ali para preparar o público para o que estava por vir. E contou que a cada ano escreve um livro. Mas não qualquer um: é sobre o que aconteceu durante sua vida nos 365 dias que se passaram. “Em 2025 eu me despedi da Medrosa. Estava na hora dessa Fafá ficar no passado”, afirmou. “Agora, é pensar no que eu quero e no que cada um de vocês deseja para 2026: alimentem-se de ideias, coloquem encantamento na sua relação com a vida. E revisem o rolo da câmera para lembrar dos bons momentos de 2025”, disse.

Jamile Davies anuncia as palestras que virão (Foto: Everton Barros)

Fafá Zaidan se despediu da sua versão “medrosa” (Foto: Everton Barros)
Um portal que se abre
Em seguida, foi a vez de Tati Mandelli passar seu recado — se é que podemos chamar assim. Diretora da Aurora, empresária, à frente da marca de móveis Mandelli e palestrante, Tati reafirmou o propósito da Aurora, que é reconectar o feminino às mulheres, e falou sobre a importância de nos conectarmos com nós mesmas, vibrar em coisas boas e desapegar. “Nós estamos onde devemos estar. E para sair de um campo vibracional que não seja bom, é preciso coragem. Tudo que é relacionado à culpa, apatia ou medo é ruim para você”, afirmou.
Tati propôs uma dinâmica de manifestação e convidou cada participante a escrever 13 realizações que desejam alcançar em 2026, não como pedidos, mas como conquistas já concretizadas. Ao final, entregou uma vela para ser acesa diariamente durante os próximos 21 dias.
Após as palavras de Tati, foi a vez de a plateia se preparar para a cerimônia do cacau, realizada pela terapeuta Érika Santos. Também colaboradora da Aurora, ela é mestre em Kundahealing, Reiki, Thetahealing e Terapia Multidimensional. “A Medicina do Cacau é um ritual ancestral milenar que nutre, desperta e reconecta corpo, mente e espírito”, contou Érika.

Érika Santos (ao centro) prepara a cerimônia do cacau (Foto: Everton Barros)
Todos os participantes, já posicionados em círculo, experimentaram o cacau puro preparado por ela. Importante: o cacau tinha de ser tomado em grupo. Érika conduziu ainda uma meditação em movimento para energizar a plateia.

A plateia para por alguns minutos para refletir (Foto: Everton Barros)
E, para fechar com chave de ouro, Tati tomou a palavra novamente e contou que, quando fazemos esse ritual em círculo, inspiramos as próximas sete gerações porque estamos lembrando algo ancestral. Despediu-se com uma frase para guardar para sempre: “Felizes nos encontramos, felizes nos despedimos e felizes voltaremos a nos encontrar”.

Tati no centro do círculo: “Felizes nos encontramos, felizes nos despedimos e felizes voltaremos a nos encontrar” (Foto: Everton Barros)



